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DROGAS E SAÚDE

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “drogas” são toda e qualquer substância que alteram o funcionamento normal do corpo humano. Sendo assim, tanto as drogas ilícitas como as lícitas, assim como os remédios vendidos na farmácia e até mesmo os alimentos de consumo rotineiro (como o café) podem ser consideradas “drogas”. Afinal, “a diferença entre o veneno e o remédio é a dose”, já dizia o médico e alquimista medieval Paracelso.

O uso de substâncias, portanto, varia de acordo com a intenção e o contexto de quem escolhe tomar um copo de café ou cerveja, fumar um cigarro, tomar um analgésico, fumar um baseado ou tomar um extrato de cannabis.

UM POUCO DE HISTÓRIA| Antes da proibição a maconha era usada por diferentes culturas. A ciência descobriu recentemente que as substâncias da planta interagem com o sistema endocanabinóide, que está presente em todo o corpo humano e que equilibra processos do organismo como apetite, sono, sensibilidade à dor, sistema imunológico, inflamações e proteção dos neurônios.

A maconha já é autorizada em diversos países no tratamento de doenças como epilepsia, parkinson, alzheimer, autismo, fibromialgia, doenças crônicas, câncer, náusea, glaucoma, ansiedade, insônia, esclerose múltipla, depressão, dentre outras doenças.

Existem plantas, como a maconha, que são remédios naturais, usadas de forma caseira em chás ou extratos. No Brasil a Anvisa permite apenas medicamentos de maconha feitos pela indústria farmacêutica ou importados, que são muito caros e tornam o tratamento impossível para maioria das pessoas.

Já o cultivo de maconha é simples e barato, permitindo seu acesso a mais pessoas. Por isso o cultivo individual para fins medicinais não é de interesse da indústria. Com a possibilidade de ter um remédio cultivado no quintal de casa quem vai querer pagar caro na farmácia?

Na Câmara Municipal criamos em 2019 uma Comissão Especial para debater o uso terapêutico da maconha, com o objetivo fortalecer a luta de pacientes que podem ser beneficiados pelo uso da cannabis, além de ajudar a enfrentar o obscurantismo científico que tenta atrasar as mudanças. Saiba mais em: https://bit.ly/3josIIw

Convidamos você a fazer parte da construção da nossa candidatura a vereador do Rio de Janeiro outra vez. Não esqueça de preencher para participar da campanha!
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